sexta-feira, 26 de junho de 2015

Adenomiose, uma doença das mulheres modernas

Pessoal,

Tenho tido pouco tempo para escrever aqui. Mas sinto falta, tenho um carinho enorme por este blog.

Este primeiro semestre tem sido de muito trabalho. O consultório novo começou a funcionar esta semana, ainda estamos fazendo os ajustes finais, mas está super aconchegante e funcional!!


Pedrinho está ótimo, um tagarela! Já está com 4 anos, acreditam? Parece que foi ontem que comecei este blog ainda grávida. Continuo sendo a mulher polvo, tentando conciliar todas as funções da melhor maneira possível.

Hoje vou escrever um pouco sobre uma doença que tem acometido cada vez mais mulheres, tipicamente, mulheres que como eu deixam a maternidade para mais tarde, priorizando a carreira.

Adenomiose do útero é uma condição que faz com que mulheres tenham períodos menstruais com muita dor e sangramento aumentado. Em mulheres que têm adenomiose, o útero fica maior do que o normal. Isto acontece porque as células que normalmente revestem o interior do útero começam a crescer nas paredes do útero, o miométrio.

Adenomiose muitas vezes acontece juntamente com outros problemas femininos, especialmente endometriose. A endometriose é uma condição na qual o tecido normalmente encontrado apenas no útero começa a crescer do lado de fora deste órgão.

 E quais são os sintomas mais comuns da adenomiose?


  •  Períodos menstruais com fluxo de sangue maior
  •  Muitas cólicas menstruais
  •  A dor no baixo ventre
  •  Dificuldade para engravidar



Nenhum dos exames que estão disponíveis mostra com certeza se uma pessoa tem ou não adenomiose. Mesmo assim, existem alguns exames que podem ajudar a ginecologista a descobrir a causa dos sintomas. Por exemplo, o ultrassom e a ressonância pélvica podem ajudar na suspeita de lesões sugestivas de adenomiose.

O único tratamento comprovado para a adenomiose é a cirurgia para remover o útero, chamada de histerectomia. Mas existem outras opções de tratamento que podem reduzir o sangramento intenso  e a dor causada por adenomiose, sem ter que fazer uma cirurgia radical, incluindo:

● DIU medicado- O DIU é um pequeno dispositivo que se encaixa dentro do útero e normalmente é usado para prevenir a gravidez. Um tipo de DIU, que libera o hormônio progesterona, pode ajudar com os sintomas da adenomiose. (DIU deve ser colocado no útero por uma ginecologista)
● ablação endometrial - Esta é a cirurgia, realizada por histeroscopia,  para remover o revestimento do útero e pode auxiliar a diminuição do sangramento, mas não trata a causa da doença.
● embolização da artéria uterina - Este é um tratamento que corta o fornecimento de sangue para o útero, isso pode melhorar os sintomas de sangramento.

Mas é preciso destacar que se a mulher ainda tem desejo de engravidar, a histerectomia, a ablação não estão indicadas e mesmo a embolização, pode prejudicar uma possível gestação.


Os tratamentos que podem aliviar a dor da adenomiose incluem:

● medicamentos para a dor
● As pílulas anticoncepcionais, preferencialmente tentando bloquear a menstruação

Portanto, se a mulher ainda deseja engravidar, as opções para o controle da doença são restritas.

Conversar com sua ginecologista é essencial para fazer o diagnóstico e programar o que fazer. Manter exames ginecológicos em dia e visitas regulares a ginecologista fará toda a diferença.

E para quem já tem sua família completa, sofre com a adenomiose e decidiu que a melhor opção é a retirada do útero, ainda é preciso avaliar como será feita a cirurgia.

Há algumas vias de acesso para esta cirurgia:
 - A via vaginal, pouco indicada para esses casos.

- A laparotomia, cirurgia aberta. Demanda maior tempo de recuperação, maior perda de sangue.

- E as opções laparoscópicas, a convencional e a robótica, são as mais indicadas e preferidas. A diferença básica é que a robótica proporciona ainda mais precisão, o que é transmitido para mulher como menos perda de sangue, menos tempo internada, melhor recuperação.  A questão estética, com cicatrizes menores também é um diferencial das versões laparoscópicas.

Para quem quiser saber mais sobre essa nova tecnologia tem um texto meu só sobre isso lá no Portal Minha Vida.

http://www.minhavida.com.br/saude/materias/900-cirurgia-robotica-e-a-opcao-mais-segura-para-procedimentos-ginecologicos


Desejo a todos um ótimo final de semana!

A correria anda grande, mas quando fazemos o que gostamos no trabalho, em casa, com os filhos... o mundo e as pessoas nos fazem perceber como vale a pena cada esforço! Essas flores recebi hoje de uma paciente super querida que mesmo passando por momento pessoal muito difícil, passou na clínica para me desejar sorte! Obrigada pelo carinho e estou torcendo por você!!!

Até mais....

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Deixar o sedentarismo em 2014

Pessoal, feliz ano novo atrasadíssimo!!

Infelizmente não tenho conseguido alimentar o blog como gostaria. Sinto falta da troca que acontece por aqui. mas a falta de tempo tem bons motivos, então não vou reclamar.

Este ano mudaremos de casa, o consultório vai se mudar, estamos caprichando!! Mas fase de mudança é sempre complicada.

Por tudo isso, não tenho conseguido responder aos comentários do blog. Espero que compreendam e assim que possível, quero voltar a responder e escrever mais.

E por falar em mudanças tenho me preocupado muito com o sedentarismo das  minhas pacientes e das pessoas em geral.

Quem me conhece sabe que adoro praticar esportes. Atualmente eu corro e pratico Ioga. E super pego no pé da mulherada que se consulta comigo para que pratiquem alguma atividade física e se alimentem melhor.

Isso porque o sobrepeso, a obesidade que vem com o sedentarismo e a alimentação desregrada traz diversos problemas ginecológicos. Entre eles a irregularidade menstrual, aumento dos pêlos. Esses sinais me lembram da síndrome dos ovários policísticos que juntam tudo isso e podem causar infertilidade. Só a perda de peso, pode já ajudar a mulher a ovular de novo.

Também a incontinência urinária, sabemos que mulheres obesas pioram da perda e só de emagrecerem podem melhorar parcialmente e quando, ainda assim, precisam operar, os resultados cirúrgicos são infinitamente melhores em mulheres magras.

Qualquer dia escrevo um post só sobre doenças ginecológicas relacionadas a obesidade...

Sei que é super difícil encaixar atividade física em nossa rotina de trabalho, trânsito, filhos, marido, estudos, casa, etc. Mas eu costumo dizer que se não nos cuidarmos, não teremos saúde para cuidar de tudo isso.

Eu, por exemplo, sempre tenho no carro uma mochila com roupa de corrida e ioga.
Esta semana mesmo, tinha quatro cirurgias pela manhã e uma foi cancelado. Não tive dúvidas, dirigi para o parque mais próximo, me troquei no carro mesmo e fui correr, depois um banho rápido em casa e de volta para uma tarde de consultório cheio. Gastei 1h e 10 min com essa pequena maratona, mas ganhei muita endorfina para continuar o dia.

Mudança de hábito é das tarefas mais difíceis. Gostamos de estar em nossa zona de conforto. Porém é preciso sair da inércia e dar o primeiro passo. Sempre vai haver sacrifício, mas tenham certeza que vale a pena!! Mulheres são muito criativas, pense como seria possível para você e comece hoje por impulso, amanhã continue por ser teimosa e depois pelos motivos que quiser....

Acordar um pouco mais cedo para pular corda, deixar o tênis no carro para subir de escada na volta do trabalho,  não importa se tem muito tempo ou não, pequenas atitudes que podem trazer alguns anos de vida saudável para você. E se tem filhos, incentive-os a praticar esportes. Pratique junto. Jogue bola, pedale, patine, dance, empurre o carrinho com ritmo....

E nem vou falar muito sobre alimentação saudável, mas quem pratica esporte sabe que quando começamos a nos exercitar, em geral, sentimos a necessidade de nos alimentar melhor.



Então, para 2015, é esse meu desejo para todas nós: que tenhamos persistência e coragem de praticar esportes e levar uma vida mais saudável!!


sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Pessoal, 


Hoje resolvi escrever sobre um tema que assusta todo casal. O risco de ter um bebê com síndrome de Down ou outras síndromes. Hoje muitas mulheres tem engravidado mais tarde, priorizando a carreira e outros objetivos pessoais. Não podemos ainda, com a medicina, mudar o rumo da natureza, mas existem diversos recursos para detectar o risco e fazer diagnóstico precoce. Mas todos esses exames devem ser discutidos com o casal, porque geram ansiedade. A decisão de realizar qualquer um deles deve ser do casal, após receber as informações sobre cada um deles pela sua obstetra. 

Lembro que sempre tive muito medo de que um filho meu apresentasse problemas, mas quando me vi grávida do Pedro, simplesmente para mim não fazia mais diferença, é claro que torcia para que fosse saudável, mas não pensava mais como antes em fazer exames invasivos se fossem necessários, a não ser que entendesse que fossem trazer benefício a saúde dele. Graças a Deus nada disso foi necessário. Mas apenas para dizer, que como médica preciso respeitar a opinião de um casal quando, após entenderem os riscos e benefícios, optam por fazer ou por não fazer um exame de biópsia de vilo, por exemplo.  

 A síndrome de Down é a anomalia cromossômica mais comum entre nascidos vivos e a forma mais frequente de deficiência mental causada por uma alteração dos cromossomos.

 A síndrome é caracterizada por moderada a grave deficiência de aprendizagem (média de QI de cerca de 40), em combinação com baixa estatura, características faciais, defeitos cardíacos (de 40 a 50% dos casos), malformações intestinais (10%dos casos), problemas de visão e audição (50%dos casos), um aumento da frequência de infecção e outros problemas de saúde.  

 A frequência de nascidos vivos com síndrome de Down está previsto para 1 em cada 634 nascimentos. Este número de síndrome de Down é relativamente alto, mas depende da faixa etária materna da população. O número de casos na população aumenta à medida que a proporção de casos de gravidez em mulheres mais velhas aumenta.

 Cerca de 40% das gestações afetadas serão perdidas espontaneamente entre o momento da biópsia de vilo corial (CVS)- ou seja, o momento do diagnóstico de certeza  e nascimento.
 Alguns indivíduos são profundamente afetados, enquanto outros são saudáveis ​​e capazes de viver de forma independente como adultos.

A idade da mãe foi o fator de risco inicial utilizado para rastreamento de gravidez para a síndrome de Down. O risco de dar à luz a um bebê com síndrome de Down em função da idade materna  varia de aproximadamente 1 em 1500 em mulheres jovens para 1 em 10 aos 48 anos. O risco é quase constante nas idades de 15 a 25, sobe lentamente entre as idades de 25 a 35, e, em seguida, aumenta cerca de quatro vezes mais  entre 35 a 40 e 10 vezes a partir de idades de 40 a 45.

Em 2002, quase 14% das mulheres grávidas nos Estados Unidos tinham 35 anos ou mais de idade e as mulheres foram responsáveis ​​por 51% das gestações com síndrome de Down.
A idade limite para baixo risco foi determinada por consenso como sendo,então, 35 anos, abaixo dessa faixa etária o risco é baixo e, portanto os custos da triagem se tornam altos.  Porém, o valor que as pacientes individualmente colocam em vários resultados, como o nascimento de uma criança com síndrome de Down e perda de uma gravidez normal, precisa ser incorporado em qualquer equação risco-benefício. Muitas mulheres estão dispostas a assumir um risco relativamente elevado de perda relacionada ao procedimento de um feto normal, a fim de ter a capacidade de terminar uma gravidez afetada. Por outro lado, algumas mulheres, como as que podem ter tido dificuldade em engravidar, podem optar por um teste de rastreio não invasivo apenas para reduzir a probabilidade de um exame invasivo e consequente risco de perda ou dano fetal. 

Como médica, devo individualizar cada situação, ouvir o casal e dar a oportunidade deles escolherem. 

Com base nos argumentos discutidos acima, em 2007, o Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas (ACOG) recomendou que devem ser oferecidos a todas as mulheres a triagem de doenças cromossômicas antes de 20 semanas de gestação e que todas as mulheres devem ter a opção de testes invasivos, independentemente da idade materna.

ACOG também afirmou que um procedimento de diagnóstico pré-natal para cariótipo fetal, ao invés de triagem sorológica, deve ser considerado em mulheres de qualquer idade com alto risco de síndrome de Down ou outras aneuploidias fetais. Estas mulheres incluem aquelas com:

A gravidez anterior complicada por trissomia fetal

 Alterações cromossômicas em um dos dois do casal

O teste combinado do primeiro trimestre envolve determinação ultra-sonográfica de translucência nucal (TN) e a idade gestacional (pelo comprimento cabeça-nádega) combinado com os marcadores do sangue associada à proteína plasmática-A (PAPP-A) e beta gonadotrofina coriônica humana (beta-hCG). A coleta pode ser realizada em 9 e 13 semanas. Biópsia de vilo corial (BVC) para diagnóstico pré-natal definitivo deve estar disponível para as mulheres que realizam rastreamento de primeiro trimestre.

O teste combinado é o melhor teste de triagem para as mulheres cuja prioridade é a privacidade e diagnóstico precoce. Mas está associado a algum risco de perda da gestação. 

Portanto, toda mulher, independente da idade, mesmo que não tenha história de gestações com problemas ou outros fatores de risco, deve ser orientada durante o pré-natal sobre os exames disponíveis e seus riscos e benefícios. De posse dessas informações, irá optar por realizar ou não tais exames. 

Bom final de semana!
Bárbara Murayama




quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Programa Bem Estar - Laqueadura por Histeroscopia

Pessoal,


Planejar a nossa família é algo que não podemos deixar de fazer. Pensar bem quantos ou mesmo se queremos ter filhos. E hoje existem disponíveis diversos métodos para evitar gravidez. É preciso conversar bem com sua gineco, tirar dúvidas para escolher o que se encaixa melhor naquela fase da sua vida.

Hoje no Programa





Falei sobre laqueadura por histeroscopia.

Um método inovador, do qual gosto muito pela praticidade, retorno rápido para as atividades, sem anestesia, sem cortes. Mas este método é definitivo, portanto, é para quem quer fechar a fábrica!

Segue o link: http://globotv.globo.com/rede-globo/bem-estar/t/edicoes/v/cirurgia-feita-sem-cortes-permite-interrupcao-de-passagem-nas-trompas/3605186/

Abraços

terça-feira, 13 de maio de 2014

Dia dos enfermeiros

Pessoal,

Hoje o dia começou maravilhoso! Café da manhã de dia das mães na escola! Difícil foi vir trabalhar....

E ontem foi dia  da enfermeira e do enfermeiro. O que dizer? Só que não seríamos nada sem esses incríveis profissionais! Parabéns a todos os meus colegas e amigos enfermeiros e enfermeiras que tornam o dia a dia mais fácil. Resolvem todos os problemas e dedicam tanto carinho as nossas pacientes.

E muitas são mães também, tem jornada múltipla como eu, como muitas de nós. Tem plantões longos. Não é uma vida fácil.

Aprendo muito com vocês! Obrigada!

Abraços


segunda-feira, 12 de maio de 2014

Infecção de Urina de Repetição

Pessoal, 

Depois de uma ótimo dia das mães é hora de voltar ao trabalho nesta segunda -feira com cara de outono. Muitas mulheres tem infecções de urina repetidamente. Dizem que não bebem muita água, que não dá tempo de fazer xixi sempre que dá vontade na correria. Enfim, é um problema comum e que pode ser sério. Resolvi escrever sobre isso...

Tem algumas coisinhas que aumentam o risco de desenvolver uma infecção de urina:
-Ter relações sexuais com frequência ( mais isso é bom, viu? Só precisa tomar alguns cuidados)
-Ter diabetes
-Ter tido outra infecção de urina nos últimos 12 mese
- Usar espermicida como método anticoncepcional
-Estar grávida
. A melhor maneira de confirmar uma infecção é fazer uma cultura de urina, então se tiver sintomas de ardor, dor para urinar, com mudanças nas características da urina, procure sua ginecologista. Muitas vezes, a infecção de urina pode vir junto ou se confundir com corrimentos e outras infecções genitais, por isso é muito importante avaliação ginecológica completa. 
Se uma cultura de urina é realizada e é negativa para a infecção, outras causas de dor, ardor devem ser consideradas. No entanto, algumas infecções de urina são causadas por pequenas quantidades de bactérias que não podem ser detectadas em uma cultura de urina normal. Portanto, em alguns casos, pode ser que sua médica a trate com antibióticos mesmo com exame negativo, desde que sua história clínica seja conclusiva da infecção.
Se você continuar a desenvolver infecções da bexiga, pode ser necessários mais exames. Em busca de anormalidades dos rins, canais da urina.
Os testes para estas condições podem incluir uma tomografia computadorizada (TC), ultra-som, ou cistoscopia (olhar para dentro da bexiga com um instrumento de câmera).

Prevenção 
Mudanças de método anticoncepcional  - As mulheres que desenvolvem infecções urinárias frequentes e usam espermicidas, particularmente aquelas que também usam um diafragma, devem mudar o método.
Produtos Cranberry  - Tomar suco de cranberry ou comprimidos de cranberry tem sido promovido como uma forma de ajudar a prevenir infecções urinárias frequentes. No entanto, isso não foi comprovado em estudos clínicos ainda completamente. Mas é gostoso e pode ser uma opção. 
Beber mais líquido e urinar após a relação sexual  - Embora os estudos não comprovaram que beber mais líquidos ou urinar logo após a relação sexual pode prevenir a infecção, alguns profissionais de saúde recomendam estas medidas, uma vez que não são prejudiciais. Beber mais líquido pode ajudar a lavar as bactérias que entram na bexiga. Eu recomendo!!! E também não segurar por muito tempo o xixi, hein?
Mulheres na pós-menopausa  - mulheres na pós-menopausa que desenvolvem infecções urinárias recorrentes podem se beneficiar do uso de estrogênio vaginal.É uma terapia hormonal, portanto deve ser feita com critério, sob prescrição médica. 
Antibióticos  - Um tratamento antibiótico preventivo  a longo prazo pode ser recomendada se você desenvolver repetidamente infecções da bexiga e não responderam a outras medidas preventivas. 

Então, procure sua ginecologista o quanto antes!!!

Boa semana!!!
Abraços

domingo, 11 de maio de 2014

Feliz dia das Mães- Programa Papo de mãe

Pessoal, o dia das mães está mais que especial.

Primeiro porque ano passado, estávamos com o Pedro hospitalizado nesta data. E hoje, mesmo com a saudade da minha avó querida que nos deixou há exatos 3 meses, estou na companhia das minhas duas mães ( mãe e madrinha) e do meu maior tesouro em um calmo domingo em família.




Daqui a pouco assistirem às 15:30 na TV Brasil o Programa Papo de Mãe, em que falamos sobre diários durante a gestação, com a companhia especial da minha amiga e paciente Juliana e seu lindo Miguel que eu tenho orgulho de ter ajudado a trazer ao mundo. E este blog, que tanto adoro, é o meu diário!!!
Parabéns a todas as mães!!